Por Sidney Diniz
Há anos os veículos de comunicaçāo tem aprimorado sua cobertura das eleições.
Desde as diretas já os debates foram melhorando.
Até os erros ajudaram a formatar o sistema de cobertura atual.
Lula perdeu eleiçāo, Collor sofreu impeachment, Itamar pulou carnaval, FHC fez o real e outros tantos acontecimentos vieram.
Na última eleiçāo à presidência a Globo montou uma cobertura móvel por önibus e avançou. neste ano está usando dois aviões – Seguindo o modelo americano, mais especificamente do New York Times na campanha de eleiçāo do Obama. Sem falar as sabatinas dos jornais, os debates nos canais de tb, que se estapeiam para ver quem faz o primeiro debate, quem faz o último, além dos sites, dos colunistas, dos articulistas e afins.
Com o crescimento exponencial de canais, veículos de comunicação, o horário nobre e gratuito nas TVs e nas rádios tornou-se dispensável.
Tem candidato inclusive que tem mais tempo nos debates e na cobertura que no próprio horário gratuito. Logo, podemos abdicar desta prática que nāo contrbui em nada para o processo eleitoral.
