Confira vc mesmo, vá até o google.com.br e pesquise a palavra “mentiroso”

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E. Figueiredo
Não sei se com outras pessoas acontece mas, ao aproximar-se o Natal, eu me transporto para os Natais que tive na infância, e, ao mesmo tempo, vem à lembrança aqueles que já se foram, em especial os meus pais.
O Natal daquele tempo, pelo menos para nossa família, não havia a tradição de árvore de natal. O costume era minha Mãe nos levar a ver presépios nas Igrejas oportunidade em ela repetia a história do Menino Jesus. Meu Pai fazia o possível para não deixar faltar aquilo que os filhos pediram ao Papai Noel, juntando com algumas castanhas ao lado dos sapatos que haviam sido colocados atrás da porta.
A figura de meu Pai era impar. Ele gostava de fazer previsões, quando estava nos aconselhando para algo. Ávido leitor de jornal (Lia até os anúncios !), traduzia em linguagem coloquial o que absorvia nas leituras, comumente fazendo alerta sobre o futuro. Como a gente se mostrava cético às suas profecias, ele dizia:
___”Vocês não acreditam e não valorizam o que eu digo. Mas um dia, quando provavelmente não mais estarei aqui, irão entender e aí vocês dirão que eu tinha razão !”
Só o tempo, depois, veio confirmar as visões que meu Pai tinha e que ele sabia das coisas mesmo. Ao idealizá-lo, não considero isso um dom, mas sim, o esforço que ele fazia para aprender e a preocupação em transmitir.
Em todo Natal meu Pai se presenteava: comprava o ALMANAQUE EU SEI TUDO, uma publicação recheada de curiosidades, que lia com grande interesse e nos provocava para que fizéssemos o mesmo. Era um estímulo e isso me fez acostumar a buscar os ensinamentos através da leitura. Essa prática foi de grande valia em toda a minha vida.
Hoje, eu não sei tudo, porém, de tudo sei um pouco, graças ao modo que aprendi, com meu Pai, a buscar o conhecimento e, também, o hábito de retransmitir o que se aprende.
Nos Natais não posso deixar de lembrar-me de meu Pai !… Com saudade… Meu Pai tinha razão ! ! ! !
. . . BOM NATAL
E
FELIZ ANO NOVO !


Por Sidney Diniz
Nos últimos 4 anos tem sido implantado um feriado no Brasil no dia 20 de novembro. Este feriado refere-se ao Dia da Consciência Negra.
Gradualmente ele tem sido implantado nas cidades, nos estados e hoje já está quase tornando-se um feriado nacional.
Sem contar que junto à este mesmo movimento, tem surgido leis de incentivo às cotas para negros e pardos nas universidades brasileiras, e que aos poucos ganha contornos institucionais também.
O fato é que não cabe no país mais um feriado. Novembro já é um mês extremamente difícil pois com 2 feriados nacionais (Bandeira e proclamação da República) acaba-se por se tornar um mês pouco produtivo.
Pouco produtivo em todas as áreas diga-se. Intelectual, financeira, industrial, comercial, cultural, etc.
A alegação do movimento pela igualdade dos negros é pouco produtiva também em sua concepção. Pois ao invés de promover a reflexão através de um debate intelectual, de manifestações culturais e folclóricas para oferecer ao restante da população um olhar mais analítico e menos crítico à cultura e importância do negro em nosso dia-a-dia, a idéia de instituir mais um feriado é no mínimo uma forma de não ser levado à sério.
Não retiro o mérito da questão. Sou solidário à ela inclusive. Acho que apenas aqueles que se manifestam e cativam seu espaço conseguem construir seus objetivos, espaços e discurso.
O fato é que, como brasileiro, preciso dizer: a abordagem está equivocada. Até porque, se fôssemos usar um paralelo bastante similar, poderíamos entender o que proponho.
Esta terra, do Pau Brasil, da Falézias, do Morro de São Paulo, descoberta pelos portugueses era na verdade dos índios.
Se fizermos um estudo histórico, o índio foi infinitamente mais dizimado, amputado, amordaçado que o negro. E historicamente o Brasil comemora o dia do índio (principalmente na escola primária) e isto não é o suficiente para que o dia do índio seja feriado.
Não retiro a importância do negro na formação da identidade do brasileiro, mas é preciso dar importância correta, na devida dimensão deste movimento. Nem mais nem menos.
Todos os povos possuem em sua origem, o povo dominante Isso aconteceu com o índio americano, com o aborígene australiano e por aí vai. Mas isso não transformou este resgate de identidade, de importância cultural num evento para parar o país.
É por isso que sou a favor de um passo atrás. Consciência sim, feriado não.
Da Folha Online e Associated Press
Por Sidney Diniz
Em 1986 a Argentina ganhou a copa do mundo por conta o Maradona e de seu gol polêmico.
Àquela época, dizia-se que o título não foi justo pois foi imoral.
Ou seja, a teoria de ganhar ludibriando o oponente, a platéia ou o juíz não cabe no esporte e não cabe em área alguma da vida.
Você deve estar se perguntando: mas o que isso tem a ver com o CresceBrasil?

Eu explico:
Por conta da profissão, estou envolvido de uma forma bastante distante, com a indicação da Fifa pelas cidades sedes para a Copa de 2014.
O cenário atual é o seguinte: teremos apenas 12 cidades-sede.
Porém, há mais candidatas. E é neste ponto que se percebe o equivalente brasileiro ao gol do argentino.
As cidades estão movimentando-se para erem escolhidas como cidade-sede pela Fifa. Segundo consenso entre as empresas envolvidas, falta apenas definir as sedes do norte (que por questões políticas terá uma sede, para mostrar ao mundo o universo amazônico) e a sede nordestina (que tem mais cidades que vagas, naturalmente)
Até aí, nada anormal. Parece tudo legítimo.
Ocorre que as cidades, seus políticos e empresários estão numa correria
e aprovando, à toque de caixa, projetos de reforma ou construção de novos estádios sem ter a certeza que eles realmente serão escolhidos.
Vamos considerar o exemplo do estado de São Paulo.
É normal que exista apenas uma sede da copa no estado.
No entanto, a Arena Barueri que já está pronta tem-se movimentado politicamente,
o Palestra Itália aprovou um projeto de contrução de uma Arena com a construtora W Torre, o ex jogador Marcelinho Carioca foi à TV oferecer seu CT para alguma seleção, além da Ponte Preta em Campinas que tem um estádio e pretende reformá-lo para 2014. Sem contar, obviamente, o Morumbi que ainda precisa cumprir um cronograma de obras para cobrir o estádio, fazer estacionamento e prever um sistema de transporte que facilite o acesso ao estádio.
Considerando este cenário, podemos dizer que é legítimo que cada um se prepare, se movimente, faça seu lobby e conquistar o direito de sediar um grupo da Copa.
O que não é legítimo e é bom que se preste à devida atenção é que estes projetos
tem sido citados com custos que vão de 180 milhões a 400 milhões de reais.
Não é pouco dinheiro. Se juntarmos este movimento coletivo, de que cifras estamos falando?
É conhecido, até pelas folhas que caem no outono brasileiro, que não há neste movimento coletivo nada de patriótico, desenvolvimento social, econômico ou geração de trabalho, renda e turismo para as cidades envolvidas.
Há neste excesso de propostas uma grande e única vontade: lucro rápido e fácil às custas do BNDES, dos estados e municípios para poucos dirigentes ensandecidos.
Este movimento é sim, uma referência ao argentino e a mais profunda e imoral: “mano de dios”.
Por Sidney Diniz
A recente declaração de Obama na reunião do G-20. de que Lula “é o cara” na verdade demonstra os kilometros de distância existente entre o preparo e a vaidade.
Obama estava, naquele momento, sendo simpático, cortês e porque não dizer, sedutor.
Sim, porque o Brasil domina a tecnologia de biocombustíveis que os EUA não conseguem tornar eficiente devido aos altos custos de processamento do milho.
Por outro lado, a vaidade de Lula demonstra um certo despreparo.
Algo do tipo: me canta que eu deixo.
É aquela velha história do mocinho da cidade que chega numa cidade do interior.
Basta um olhar, um gesto, uma piscadela para a mocinha interiorana sentir-se envaidecida e pronta a entregar-se aos encantos do mocinho.
Até aí nada anormal, exceto entrevista coletiva em que Lula afirmou em alto e bom som: ele só quis ser gentil, amigável.
Deixando de lado a troca de gentilezas e elogios típicos de quem senta numa mesa de negociação, o que nos preocupa mais e mais é Lula afirmar, na mesma entrevista que “É chique emprestar dinheiro ao FMI”.
Desculpe Lula, não é chique. É assustador.
Assustador pois esse plano de emergência significa que tudo o que foi feito e determinado até hoje financeiramente pelo mundo, estava equivocado.
Os bilhões de emprestimo a ser dado (US$ 4,25 bilhões segundo o noticiário), não resolvem o problema economico de nenhuma nação do mundo, não alivia em nada problemas de desemprego, produção ou alimentação em país algum do G-8, G-20 ou G-45 se este existir.
Serve unica e exclusivamente para atender aos ajustes políticos feitos nesta reunião. Ou seja: o elogio do Obama, dizendo que o Lula é o cara, nos custou US$ 4,25 bilhões. Quantia que seria muitíssimo bem utilizada, por exemplo, para dar impulso ao mercado produtor brasileiro.
A ilustração é cortesia de Orlandeli.
O site oficial da atleta Jade Barbosa anuncia:
CAMPANHA: COMPRE UMA CAMISETA E AJUDE NA RECUPERAÇÃO DA LESÃO DE JADE BARBOSA
A Pedidos estamos lançando uma campanha para arrecadar fundos para ajudar Jade em seu tratamento. As camisetas de Pequim cod.283072-0102 e 263071-0102 estão em promoção para esta campanha.

Ela precisa de nosso apoio.
A gente precisa do talento dela.
O Brasil precisa de mais gente apoiando seus atletas. Na realidade, de mais gente ajudando gente.
Um filme sobre São Paulo da década de 40 está no YouTube.com, compartilhado pela empresa Travel Film Archive.
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