Quando leio passagens como a seguinte, publicada no The New York Times tenho calafrios em pensar os assessores do Presidente Obama sussurando idéias de guerra ou apoio à intervenção militar no Irã.
Mas pior do que isso é pensar no oportunismo do Presidente Lula em fazer teatro internacional ao levar 300 assessores pra uma viagem de paz, mas falhar da forma mais simples em demonstrar um atributo básco de liderança e não dar continuidade, execução.
Enquanto Obama tem que enfrentar alguns obstáculos imensos, internos e externos, Lula só parece se preocupar em manter o show andando por mais alguns meses.
Mas muito pior ainda é pensar que muito provavelmente da próxima eleição não vai sair um líder de verdade.